Arte com máquina de escrever

A artista britânica Keira Rathbone, de 27 anos, faz arte de uma maneira, digamos, bem incomum. Ao invés de pincéis ou lápis, Keira usa máquinas de escrever para fazer desenhos e retratos incríveis. Keira começou a fazer artes experimentais com uma máquina de escrever quando estava na universidade. Ela comprou uma máquina velha numa feira, na esperança de que iria usá-la para escrever algo. Aos poucos ela percebeu que não conseguia escrever nada, então decidiu usá-la de uma forma de desenhar.

Seus primeiros resultados foram promissores, e logo ela percebeu que poderia explorar esta nova forma de arte e ir além.

Aos poucos ela estabeleceu o seu nicho e se tornou conhecida e elogiada no mundo da arte.

Keira Rathbone diz que ela simplesmente roda o cilindro para mover a folha de papel e usa diferentes caracteres para criar as formas que ela quer. Pode parecer fácil, mas criar obras tão detalhadas utilizando somente letras, números e símbolos de pontuação definitivamente não é tão simples.

 

 

 

 

A arte de Romero Britto

Romero Britto é considerado um ícone da cultura pop moderna, sendo um dos mais premiados artistas de nosso tempo. O artista pop mais jovem e bem-sucedido de sua geração, Britto tem criado obras-primas que invocam o espírito de esperança e transmitem uma sensação de aconchego. Suas obras são chamadas, por colecionadores e admiradores, de “arte da cura”. Sua arte contém cores vibrantes e composições ousadas, criando graciosos temas com elementos compostos do cubismo. Admirado pela comunidade internacional, Romero tem suas pinturas e esculturas presentes nos cinco continentes e em mais de 100 galerias no mundo, fazendo parte das mais expressivas coleções.

Aos oito anos começou a mostrar interesse e talento pelas artes . Com muita imaginação e criatividade, pintava em sucatas, papelão e jornal. Sua família o ajudava a desenvolver seu talento natural,dando-lhe livros de arte para estudar.
Aos 14 anos fez sua primeira exibição pública e vendeu seu primeiro quadro à Organização dos Estados Americanos. Embora encorajado por este sucesso precoce, as circunstâncias modestas de sua vida o motivaram a estabelecer metas e a criar seu próprio futuro: “Na condição de criança pobre no Brasil, tive contato com o lado mais sombrio da humanidade. Como resultado, passei a pintar para trazer luz e cor para minha vida.”