A felicidade é um jeito de viver

Flickr_large

A felicidade é um jeito de viver.

Não curta somente a calmaria, aproveite a tempestade.
Tudo enriquece a vida.
Ela não pode ser vivida somente dentro de uma casa,
a vida tem que ser experimentada dentro do Universo.
A felicidade é um jeito de viver,
é uma postura de vida,
é uma maneira de estar agradecido a tudo,
não somente ao sol, mas também à lua,
não somente a quem lhe estende a mão,
mas também a quem o abandona,
pois certamente nesse abandono
existe a possibilidade de descobrir a força
que existe dentro de você.

 

(Roberto Shinyashiki)

Anúncios

Medidas da vida

Tumblr_l4e040dsan1qa0na7o1_500_large

A gente se acostuma a medir a vida em dias, meses, anos!
Mas será que é mesmo o tempo que mede a nossa vida?
Ou a gente deveria contar a vida pelo número de sorrisos, de abraços, de conquistas e de amores…
E por que não de fracassos também?
Por que não, ao invés de tantos anos, a gente não diz: tenho 3 amigos, 8 paixões, 4 tristezas, 3 grandes amores e dezenas de prazeres?
A gente vai vivendo e, às vezes, se esquece de que a vida não é o tempo que a gente passa nela, mas o que a gente faz enquanto o tempo vai passando.
Dizem que a vida é curta.
A vida é longa para quem consegue viver pequenas felicidades…
E essa tal felicidade vive aí disfarçada como uma criança traquina, brincando de esconde-esconde.
Infelizmente, às vezes, não percebemos isso e passamos a nossa existência colecionando “nãos”:
A viagem que não fizemos…
O presente que não demos…
A festa que não fomos…
A vida é mais emocionante quando se é ator e não espectador…
Quando se é piloto e não passageiro…
Pássaro e não paisagem…
Como ela é feita de instantes, não pode e não deve ser medida em dias ou meses mas em minutos ou segundos…

A vida é agora. Viva!

(Autor Desconhecido)

Minha pequena livre

Tumblr_lb25a3ml2x1qe0sqqo1_500_large
 
 
 
Quanto mais eu a prendia, mais ela escapava entre meus dedos.
Eu ficava ansiosa por ela, e quanto mais inquieta e angustiada eu ficava, mais apertado o seu lugar se tornava e mais necessidade ela tinha de ar.
Abri as mãos. Deixei-a voar. Agora a vejo em cada pequeno detalhe dos lugares por onde vou, e ela nunca foi tão minha como agora, quando já não corro em seu encalço, quando não a prendo mais entre as mãos.
A minha doce borboleta, felicidade.
 
 
(Camila Lourenço)
 
 
Obs: A Camila Lourenço visitou A Ponte e nos deixou um comentário. Quem  desejar ver outros textos dela, acesse http://camilalourencomorena.blogspot.com/.
A PONTE RECOMENDA