Machu Picchu

 

      Machu Picchu, “velha montanha”, também chamada “cidade perdida dos Incas“, é uma cidade pré-colombiana bem conservada, localizada no topo de uma montanha, a 2400 metros de altitude, no vale do rio Urubamba, atual Peru. Foi construída no século XV, sob as ordens de Pachacuti. O local é, provavelmente, o símbolo mais típico do Império Inca, quer devido à sua original localização e características geológicas, quer devido à sua descoberta tardia em 1911. A construção evidência um caracter religioso.

       Pela obra humana e pela localização geográfica, Machu Picchu é considerada Patrimônio Mundial pela UNESCO. A 7 de julho de 2007, em Lisboa, estádio da Luz, Portugal, o monumento foi eleito e considerado oficialmente como uma das sete maravilhas do Mundo.

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A história da aliança

        O uso da aliança surgiu por volta do Século 15, provavelmente em Provence, França, época em que começou a ser mais difundida a idéia do amor romântico, parecido com este que nós conhecemos. Pode parecer meio bruto falar assim, mas a gente não pode esquecer que, antes do século 15, amor e casamento eram coisas distintas. A aliança, como o nome revela, simboliza o laço existente entre o casal – um elo entre os dois.

       Mary de Burgundy foi a primeira noiva da história a usar uma aliança como sinal de amor e união duradoura. A iniciativa de presenteá-la com um anel de diamantes foi de seu noivo, o Arquiduque Maximilan da Áustria, em 1477.

      A forma circular do anel, sem começo nem fim, seria um prenúncio da continuidade do amor e devoção ao longo da vida do casal.

Movimento Power Flower

Flower Power

         Esta é uma foto famosa, correu mundo como símbolo do pacifismo. De um pacifismo que lutava contra a guerra no Vietnam. Que se levantava por valores mais altos, mais próprios de uma humanidade que se queria feliz, mais justa e solidária, no fundo mais ingénua, no seio de um movimento que veio a ficar conhecido como o Movimento Hippie, a geração das flores, sonhadores mas bem intencionados.

         Foi captada em 1967 em Washington, durante uma manifestação anti-guerra e consegue-se notar a calma do jovem que vai colocando flores nos canos das espingardas que, covardemente, lhe continuam apontadas!
O poder das flores pode não ganhar guerras, mas transmite-nos uma maior, muito maior, sensação de calma e felicidade, contra todas as armas que teimam em apontar-nos!

Taj Mahal – A história de amor da 7 maravilha do mundo

 

7 maravilha do mundo

      Umas das 7 maravilhas do mundo, praticamente todos já o viram em inúmeras fotografias, mas o que poucos sabem, é a história que está por detraz deste inigualável monumento.

     O Taj Mahal, é não mais do que uma ode ao amor e representa toda a eloquência que este sentimento pode ser. Durante séculos, o Taj Mahal inspirou poetas, pintores e músicos que tentaram capturar a sua magia em palavras, cores e música. Viajantes cruzaram continentes inteiros para ver esta esplendorosa beleza, sendo poucos os que lhe ficaram indiferentes.

História:

     Como todas as histórias, esta também começa da mesma maneira… Era uma vez um príncipe chamado Kurram que se enamorou por uma princesa aos 15 anos de idade. Reza a história que se cruzaram acidentalmente mas seus destinos ficaram unidos para todo o sempre. Após uma espera de 5 anos, durante os quais não se puderam ver uma única vez, a cerimônia do casamento teve lugar no ano de 1612, na qual o imperador a rebatizou de Mumtaz Mahal ou “A eleita do palácio”. O Príncipe, foi coroado em 1628 com o nome Shah Jahan, “O Rei do mundo” e governou em paz.

    Quis o destino que Mumtaz não fosse rainha por muito tempo. Ao dar à luz o 14º filho de Shah Jahan, morreu aos 39 anos em 1631. O Imperador ficou tremendamente desgostoso e inconsolável e, segundo crônicas posteriores, toda a corte chorou a morte da rainha durante 2 anos. Durante esse período, não houve musica, festas ou celebrações de espécie alguma em todo o reino.

     Shah Jahan ordenou então que fosse construído um monumento sem igual, para que o mundo jamais pudesse esquecer. Não se sabe ao certo quem foi o arquiteto, mas reuniram-se em Agra as maiores riquezas do mundo. O mármore fino e branco das pedreiras locais, Jade e cristal da China, Turquesa do Tibet, Lapis Lazulis do Afeganistão, Ágatas do Yemen, Safiras do Ceilão, Ametistas da Pérsia, Corais da Arábia Saudita, Quartzo dos Himalaias, Ambar do Oceano Índico.

Beijos Históricos II

 

Há outro beijo clássico, o de Robert Doisneau. O famoso “Hôtel de Ville“, tomado em uma rua de Paris em 1950, é considerado uma das fotos românticas mais populares já tiradas.
Apesar de Doisneau trabalhar em Paris como um fotógrafo de rua e flagrar momentos íntimos de muitos casais de Paris, este beijo clássico foi encenado. O que não impediu que a imagem enfeitasse milhares de  paredes do dormitórios desde a sua primeira reprodução, em 1986. Mais de 500 mil cartazes e 400 mil cartões postais foram reimpressos a partir da original.

Beijos Históricos I

Talvez esta seja a fotografia de beijo mais famosa do mundo (sorte que o beijo de Casillas foi ao vivo, na TV). Foi tirada em 1945 por Alfred Eisenstaedt. O marinheiro, festejando o fim da Segunda Guerra, agarra a enfermeira que estava e tasca-lhe um beijo!
Muito mais tarde, em 1980, a enfermeira foi identificada como Edith Shain. Aos 62 anos, ela enviou uma carta ao fotógrafo, dizendo: “Nunca assumi publicamente porque podia colocar-me numa posição pouco digna. Mas agora os tempos mudaram”.
A foto foi publicada na revista americana Life, que à época tentou identificar o marinheiro também. Não conseguiram, pois 11 candidatos se apresentaram e todos poderiam estar falando a verdade: naquele dia, vários marinheiros festejaram beijando garotas que encontravam pela frente! 
Recentemente um teste de biometria realizado por Lois Gibson, especialista forense que desvendou mais de cem crimes, revelou que o homem da foto é Glenn McDuffieGlenn, que tinha medo de morrer antes de ter sua identidade confirmada, conta que esperava o metrô quando ouviu a notícia do fim da guerra: “Fiquei tão feliz que saí para a rua, quando vi a enfermeira, corri para ela e beijei-a”, declarou. Eles não trocaram palavra.